domingo, 11 de julho de 2010

Salve o Polvo!

Não podemos negar a grandiosa demonstração de sabedoria em advinhações do tão querido molusco nessa copa do mundo. Infelizmente, nem sempre dando boas novas ao Brasil... O polvo não errou uma. Viva o Polvo!
Acho que cada uma de nós, mulheres, deviamos ter um 'polvo' interno que funcionasse como um radar para situações de risco, mas que aparentemente são inofensivas. Colocavamos a foto dos pretendentes, ao invés, de bandeiras de países e viamos pra onde o povo ia. No meu caso, o Polvo ia sair correndo, mas tudo bem.. Pra alguma mulher o Polvo seria útil nesse sentido.
O Polvo seria o salvador dos relacionamentos frustrados, casos errados, affairs estranhos e tudo o mais que cercam o universo feminino da paquera. Hahaha. Seria engraçado: "Não, não posso ficar com você porque o meu Polvo de estimação advinho não acha uma boa". Duvido que alguém duvide da sabedoria desse Polvo! Eu não arriscaria.
Enfim, meninas, espero que cada uma vez vocês encontrem os seus respectivos "Polvos", os meus atendem por certas inciais (como D, F, L, B, R²..). Não são advinhos e nem sempre acertam, mas fazemo o melhor pra mim.


E pra encerrar, Salve o Polvo, Paul! (:
Xoxo :*

quinta-feira, 8 de julho de 2010

De lua

Descobri por meus cálculos matemáticos puramente empíricos que desteto mudanças constantes e aleatórias de humor e detesto mais ainda os ditos 'de lua'. Pelo simples fato de em um momento tudo está bem e em outro momento você está sendo tratada feito sei lá o que sem nem sequer saber a razão.
Para os que julgam que isso é normal, perdoem, mas não é não. Ninguém pode simplesmente tratar o outro 'mal' e depois vir pedir desculpas e tratar como se nada tivesse acontecido, sem ao menos dar um explicação ao ocorrido. Eu, pelo menos, não engulo esse papo.
Já pensou se fosse assim? É só sair dando patada em todo mundo e no dia seguinte pedir desculpas (sem explicações plausíveis) e tá tudo lindo de novo. Ah vá! Tenha santa paciência, mas tenha você, porque euzinha, não tenho paciência nem pra mim mesma.
Eu sei que por melhor que qualquer pessoa seja, ela ocasionalmente vai te magoar e desapontar, mas pera lá né. Não precisa ser assim. Ah, e que fique claro, que isso aqui não pede uma réplica. É só um ponto de vista, e meu querido e amado blog serve pra isso. Pra que eu escreva em "terreno neutro" o que eu penso.
Então é isso, vou indo.
E novidades, criarei um novo blog, mas não, nem todos saberão o endereço. Tenho que preservar aquele anonimato ;)

Xoxo :*

domingo, 4 de julho de 2010

Se eu pudesse...

Se eu pudesse eu falava menos e mais baixo também. Para deixar sempre no ar um ‘que’ de dúvida e fazer com que (os de meu interesse, claro) se aproximasse para ouvir as minhas doces e fracas palavras.
Se eu pudesse eu seria menos. Menos cara, menos sangue, menos coração, menos corpo, menos desejo, menos tudo. Eu seria na medida, nem tanto e nem tão pouco assim. Eu seria assim na medida do interessante.
Se eu pudesse eu largaria o ‘super sincero’ e passaria a viver uma vida de ‘meias verdades’ ou quem sabe de silêncio total. Falaria pouco, falar pouco é virtude, ouvi dizer.
Se eu pudesse teria o coração vagabundo. Ele se apaixonaria por todos e por nenhum e mudaria a cada esquina de paixão para paixão sem sofrer sequer um arranhão de uma para outra.
Se eu pudesse, eu não sofreria não, mas quem quer sofrer, não é meu irmão? Viveria tão pacificamente que o sofrimento teria dó de perturbar a minha vida tão tranqüila, calma e inofensiva aos demais.
Se eu pudesse jamais me irritaria por pouca coisa, ou sequer me irritaria por alguma coisa, afinal tudo dá certo de uma forma ou de outra. Se eu pudesse, eu deixava livre tudo o que tenho, sem me preocupar se voltariam para mim ou não.
Se eu pudesse eu viajaria para longe só para causar saudades em quem amo. Se eu pudesse comeria açaí e feijão no mesmo prato, dançaria tango na rua à meia noite de quarta feira e não me preocuparia com nada.
Só se eu pudesse... Mas eu não posso. Então me contento em ser quem eu sou. E para ser sincera, sou tão feliz assim que nem sei se seria feliz se eu pudesse ser diferente.

sábado, 3 de julho de 2010

Por Tati Bernardi

"A vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou quase tudo, ou justamente o que não deveríamos, a gente faz planos mesmo em cima dos silêncios deles, a gente vê beleza em cada sumiço, a gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão, nós temos a mente completamente diferente da deles. Não precisa procurar no meio da multidão, coisas acontecem quando você desiste de procura-lás, posso me aproximar sem invadir seu espaço, mas posso me aproximar tanto que seja impossivel de não o invadir. Não há como garantir que não possa me esforçar em ser interessante sendo que o que eu quero é ser o melhor que você merece. E de tudo que posso ser pra você eu só pediria que nunca fugisse de mim, nem mesmo quando por alguma razão eu deixasse a máscara cair, eu irei segurar sua mão como quem segura a mão de alguém que esteja pendurado sobre um barranco. E seguirei por dias, semanas, meses tentando tocar o seu coração até que um dia eu consiga. E de nenhuma forma te prender, mas sentir medo de te perder, e jamais te limitar mas chorar quando decidir ir embora, e esperar suas mudanças naturalmente sem forçar você, roubar mil beijos seus quando você decidir ter alguma crise de raiva, tentar te acalmar e ser incapaz de causar algum sofrimento a você. E eu não somente diria que canta mal como cantaria com você, provando assim que existem pessoas que cantam horrivelmente, e que você não é a única, mas a que eu estaria disposta a escutar, e quando você decidir falar demais, que eu debrusse sua cabeça no meu ombro e escute tudo que tem a dizer, e quando for desastrado que haja fôlego para não morrermos de tanto rir. E que você sinta vontade de precisar de mim, mas não só quando houver necessidade, que você sinta isso mesmo tendo passado um dia inteiro comigo, que não veja e nem sinta as horas passando quando estiver ao meu lado, e que nunca seja o suficiente o tempo que passarmos juntos, que você sempre sinta vontade de mais, mais e mais. E que você suporte os meus defeitos e se sinta orgulhoso das minhas qualidades, e apesar de não ter uma beleza extrema, poder fazer com que você enxergue que gostar de alguém vai muito além de beleza fisica, e tentar também de algum jeito (infelizmente só tentar) fazer com que você não precise olhar em outras direções, porque seus olhos vão estar dentro dos meus. Eu quero sempre encontrar você, sejá lá aonde você estiver, e que eu consiga ser o seu perfeito, mesmo sendo imperfeito."



Tem cura pra essa romântica idiota aqui?
Estado atual: "A espera eterna de mim mesma na versão que faz dar certo"

Sim, dar certo. Aquela versão de mim que é mansa, não respondona, tranquila e completamente equilibrada diante das mais diversas situações. Estou a espera de calar na hora em que eu habitualmente berro, não revidar quando esperam um revide meu, a versão que deixa pra lá coisas sem sentido e infrutíferas.
Aquela "versão ano que vem" que eu digo todo final de ano que vou ser. Todo ano aquelas mesmas qualidades almejadas escritas naquela mesma folha de papel, abaixo do título "mudanças para o ano tal". Aquela mesma versão que ainda não sofreu a atualização desejada (já procurei na internet e apertei o F5 e nada!).
Já ouvi de muitos que não preciso mudar, só melhorar isso, aquilo e mais aquilo ali. E depois de me mudarem por completo dizem, na maior cara-de-pau, "é só isso, fulana". Ah, claro, é muito fácil tesourar os defeitos alheios quando não se consegue corrigir nem os seus.
As mudanças tem que vir de dentro pra fora, eu sei bem no que preciso melhorar e sem melhor ainda o que devo manter. Ninguém além de mim mesma me conheçe tão bem a ponto de dizer o que eu tenho que mudar ou deixar como está. Só eu sei o que me dói e me machuca, só eu sei o que ainda posso suportar.
Posso suportar por exemplo: gritos, xingamentos, partidas, um "adeus", um "até logo" e até mesmo um "até nunca mais", suporto uma reprovação, uma correção, uma crítica (construtiva ou não), suporto a monotonia insana de ser quem eu sou todo santo dia. Ah, suporto ter que me encarar todo dia no espelho, mesmo não me suportando, vez por outra.
Mas ao mesmo tempo sei que não posso suportar mentiras, traições, histórias mal acabadas, "meias verdades", começemos sem finais, pouco amor, pouco comprometimento, falta de lealdade, falta de respeito (principalmente!). Essas coisas acabam comigo.

Consigo lidar com um montro de 10 cabeças, mas não consigo lidar com uma mentira boba. Vai entender!

Eu sou assim, meio dia meio noite, alegria exagerada, borboletas no estômago, mais macho que muito homem, meio tímida meio sem vergonha, meio sim meio não. Ou sou as partes de um todo e um todo em si. Um paradoxo hiberbólico com um toque de antítese pra dar um sabor especial. Sou interessante, uma montanha russa, mas nem todo mundo gosta de emoção.
E depois de tudo isso eu me pergunto se eu quero mesmo mudar. Não não, acho que tá bom assim. Mudar é coisa de gente grande...

Adios Hermanos!

Hoje os Hermanos voltaram pra casa e eu não podia estar mais feliz! Tirando o fato de não ter que ter o (des)prazer de ver o Maradona nú, numa (im)possível vitória da Argentina, ele não terá mais chances de falar do Brasil.
A única coisa que incomoda é saber que ficamos de 'igual pra igual' com os nossas vizinhos prepotentes, sabendo que somos infinitamente superiores a eles em vários sentidos. Menos no sentido controle já que eles, devo reconhecer, não perderam a linha como os nossos Canarinhos.
Estou muito fã de futebol esses tempos, não sei o que está acontecendo comigo... Talvez seja esse clima de copa se assemelhar muito a mim. Eu sou copa do mundo todo tempo. Festa, adoro! Haha.
Agora, enfim, é torcer para os Espanhois e Alemãs. Pra mim tanto faz se a Fúria ou a Muralha vencerem. Se não é o meu Brasil, SÓ não pode ser a Argentina.

Adios, Hermanos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Hostilidade

Oi, eu sou a hostilidade.

Venho falar em nome do amor mal colocado. Sim, amor mal colocado. Ando por aí vagando a espera de alguém que não soube amar, com frequencia econtro pessoas assim e logo me aproximo delas, me fincando feito um ‘encosto’ e não as deixando viver em paz.

Sabe, eu não sou nada sem um pouco de amor mal resolvido e mal colocado, preciso dele pra germinar dentro da outra pessoa. Afinal ninguém é hostil com alguém à quem se é completamente indiferente.

Aos que não sabem, o oposto do amor não é o ódio e sim a indiferença. E eu, a hostilidade, estou bem longe de ser indiferença. Se existo, é porque alguém ainda se importa. Quando a pessoa deixar de se importar, seria inquilina expulsa e terei que buscar nova locação (coisa que no mundo de hoje em dia não é difícil de encontrar).

Confesso que essa vida errante me cansa um pouco, me cansa mais ainda ver toda essa discórdia e pensar que aquelas pessoas que se hostilizam já se gostaram tanto. E que de uma forma ou de outra ainda se importam e que ao invés de curtirem isso, recorrem a mim para se alfinetar e brigar. Ridículo da parte deles. Enfim, preciso deles para ter o meu emprego.

O que seria de mim sem essas “maus amados”. Vou vagando por aí, um dia estou com um, outro dia estou com outro e em um terceiro dia estou com vários. Sou presente e constante, ninguém escapa de mim, nem que seja por uma vez eu me apresento.

Eu sou um estranho jeito de amar. Faço bobagens serem ditas, pessoas deixarem de se reconhecer ao olhar no espelho, dou o talento para discussões em vão, fragilizo relações já abatidas e ligações. Não teria que ser assim, pra que tanto desencontro?

As pessoas deveriam se desencontrar menos, buscar um meio termo. Sem falsas promessas, sem erros banais. Mas ninguém quer ceder e muito menos voltar atrás, dar o braço a torcer, deixar o orgulho de lado. Talvez o tempo cure.

Nesse jogo não há vencedores, eu digo com respaldo da experiência. Todos perdem, todos sofrem, todos choram. Todos terminam infelizes pensando que podiam ter feito diferente. Todos, todos, sem exceção.

Mas a vida é assim mesmo. Não adianta falar. As pessoas fazem o que pensam ser o certo, e são nesses enganos e desenganos do ser humano que eu vou me proliferendo como mais um mal da humanidade.

Sou hostil até comigo mesma. Apesar de ser a hostilidade. Me envergonho de mim. Mas a culpa não é minha. Se vocês não regassem, a minha flor jamais cresceria.

{retirado de: http://aobryan.wordpress.com}

A volta pra casa.

Hoje uma nação chorou lágrimas verde amarelas. Uma nação xingou um técnico, um jogador, um estratégia, um time... um sonho. Não são 11 homens que entram em campo, é um país todo. Que vibra, torce, chora, reza e implora a Deus uma vitória milagrosa aos 45 do segundo tempo.
O Brasil respira futebol, e apesar dos apesares É e SEMPRE SERÁ o PAÍS DO FUTEBOL. Tendo por técnico um "anão" ou o Zagalo. Tendo no gol um imperador ou um pé rapado, com o meio campo retrancado ou com a zaga vacilando. O Brasil simplesmente É.
Hoje, defendo o Dunga. Posso ser alvo de críticas por conta disso, mas dane-se. Só esse homem (e os que estiveram no mesmo lugar que ele, óbvio) sabe o peso da responsabilidade de treinar uma seleção como a nossa, sempre tão cotada e comentada. Só ele sabe as pressões a que foi submetido e o estresse que é ser o "técnico da seleção brasileira de futebol".
Não posso e nem quero crer que ele pensou "Ah, vou sacanear todo mundo. Contrario o povo, perco a copa e volto pra casa feliz". Qual é? Ele fez o que achou que tinha que fazer, colocou em campo o time que achou que era o melhor e que, na visão dele de técnico, tinha a capacidade de vencer os adversários. Eu sou mais o Dunga!!!!
O cara que enfrentou todo mundo. O povo, a mídia e quem mais quisesse se meter no jeito "Dunga" de treinar a seleção. No meu ponto de vista, que pode até mesmo ser o mais equivocado de todos, o Brasil não foi um "fiasco", ele simplesmente perdeu o equilibrio diante de situações que eram de levar qualquer um as raias da loucura.
A macharada de plantão que me perdoe, mas quem, quero saber quem no lugar de qualquer um daqueles jogadores teria se portado de forma diferente? No calor da partida, sofrendo provocações e constantes "encontrões". A ultra violência da tal "laranja mecânica" veio com fúria pra detonar os nossos Canarinhos. Isso é um fato.
Aos que reclamaram de Kaká eu digo, entrem no lugar dele e façam melhor. Aos que reclamaram de L. Fabiano, F. Melo, Robinho, J. César, Daniel Alves, etc etc etc. Sejam melhores, façam melhor do que esses guerreiros que com tanta garra e honra foram defender a nossa nação. Tenham ao menos a dignidade de serem gratos aos futebol que temos, que é BEM diferente dos espetáculos de selvageria que temos visto todos os dias.
E a Fifa um recadinho. ESCOLHAM MELHOR ESSES ÁRBITROS INCOMPETENTES. Esses sim mereciam cartões de todas as cores, impedimentos, faltas, expulsões, xingamentos (até a décima oitava geração) e muito mais.
Daqui a quatro anos, povinho insastisfeito, tem mais. E eu só imploro por uma coisa. Que saibamos ser bons anfitriões e não demonstremos desrespeito e selvageria igual aos que tais países 'civilizados' estão fazendo.
BRASIL, BRASIL E BRASIL.




PS: Dunga sou sua fã.
ASS: Branca de Neve, xoxo. :*

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Arco-Íris do Amor

O amor. Ah, o amor é confuso e sem definição. Eu não entendo o amor. Mentira. Tudo mentira. Eu entendo o amor, todos entendem o amor (mentira também, nem todos entendem). E o amor é simples, complicados mesmo, somos nós, seres inertes que precisam de definições exatas e fechadas pra tudo o que nos rodeia. O que é complicado é a medicriodade do dia-a-dia e as nossas malditas convenções.
Amor é andar de mãos dadas, é conversar amenidades, é trocar experiências, é dividir emoções, é compartilhar as vitórias e dores, é falar de sua vida e ouvir o que o outro tem a dizer a respeito da dele.
Amor é falar o que se pensa e, às vezes, não falar o que se pensa. Amor é tentar amenizar uma dor por pior que ela seja, é querer estar ao lado sem precisar falar nada, é ser companhia mesmo distante, é ter com alguém motivos pra sorrir, pra chorar ou ao menos pra relembrar.
Amor é um pedaço de sonho que foi recolhido do lixo repaginado e colocado como prioridade novamente em uma vida. É um pedaço de papel com uma mensagem, por mais simples e tola que ela possa ser.
Amor é uma música dedicada, um sonho ‘sonhado’, uma flor catada, um alguém relembrado em uma tarde de quarta feira. Um poema, uma frase, uma citação. Um presente, uma lembrança, um cuidado.
Amor é respeito.
Amar é se preocupar, o mínimo que seja com a outra pessoa. É querer de vez em quando saber como essa pessoa está. É não se esquecer dela mesmo que não conviva mais diariamente. É desejar, mesmo distante, que ela seja feliz e encontre o caminho do sucesso.
Amar é aceitar as diferenças, por piores que elas possam ser. É cultivar, ou pelo menos tentar, o que tem de belo no outro e em si, para que juntos possa-se construir algo de mais bonito, tendo o amor por base.
Amar é tudo, amor é tudo. Até os que dizem “ei, desculpe, eu não te amo”, amam, porque só pelo fato de não desejarem enganar o outro já mostram o tamanho do amor que sentem.
Não falo isso pra amenizar a vida de ninguém, falo porque acredito. E não acho que isso seja utopia. Não existe ninguém que não ame e que não seja amado. Amar é tanta coisa e o amor está em tanta coisa que é impossível não amar.
A diferença é que nem todo mundo quer ver, sentir e viver todo esse amor. Aos tolos eu sinto muito, vou viver e sentir, porque assim sou mais feliz.