sábado, 6 de março de 2010

Eu.



Se eu amo, é de paixão. Se não gosto, não tem quem faça. Se me desaponto, é melhor sair de perto. Se eu quero, eu quero agora. Se eu já tenho, eu quero mais, quero muito, quero sempre. Se não tenho, vou atrás.

Se eu sonho, o faço alto. Se me desespero, é sem fim. Se eu começo, dependendo do que for eu termino ou desejo que continue eternamente. Se eu sou oito estou bem, se sou oitenta estou bem também. Se estiver no meio do caminho, eu piro.

Sou atriz, modelo, dançarina, mãe, filha, tia, prima, irmã, irmão, “brother”, eu sou o que tiver que ser. Se eu tenho medo, eu me recolho. Se me sinto ameaçada, ameaço mais ainda. Se pressionada ou reajo bem ou bem mal.

Não sou um padrão. Não tenho um padrão. Sou inconstante, porém com firmes ideais.
Sou sonhadora, mas tenho os pés no chão mesmo quando estou sonhando alto. Sou impulsiva, e não sei controlar as minhas emoções.

Se eu quero gritar eu grito, se eu quero chorar eu choro, se eu não quero falar eu não falo. Mas quando eu quero falar também não tem quem me segure. Eu falo! Falo tudo o que está entalado sejam boas ou más as coisas que eu tenho a dizer.

Sou carinhosa e ao extremo. Sou apaixonante e enlouquecedora. Mas também sou um trator que destrói sentimentos e coisas boas. Sou montanha russa, paradoxo, antítese. Sou tudo o que estiver em extremos largamente opostos.

Sou interessante por ser assim. Só não sei até que ponto as pessoas gostam de diversão!

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