Confusão mental. Gritos, choro, confusão. Balburdia, muita balburdia. Nem sei quem estava comigo, nem sequer me recordo do que disse. Mas me recordo que chorei, gritei e fiz muita confusão.
Não estava errada, e sei disso, mas será que eu realmente precisava ter feito aquilo? Depois pensando com mais calma, acho que não.
Aí menina aprende a fracassar vai!
sexta-feira, 15 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Sou a solidão que vive acompanhada
Sou a vilã do meu próprio drama
A mocinha, a fada e a bruxa
Eu sou a única capaz de sabotar meus sonhos
Sou o tudo no meio do nada, e o nada no meio do tudo
Sou quem impressiona por não fazer nada
Sou quem some em meio ao vazio e se destaca em meio a uma multidão
A minha verdade só eu entendo, e as minhas mentiras sempre soam verdadeiras pra quem escuta
Sou eu no meu mundo, no meu infinito, dentro de mim
Sou o meu vazio e a minha escuridão
Ao passo que sou a minha luz preenchida de amor e paz
Sou a alegria melancólica e drama risonho
Sou meu principio meu meio e meu fim
Sou escritora e protagonista de minha história, enquanto faço papel de coadjuvante nas histórias dos outros
Sou o olho azul da frieza com o coração da sensibilidade
A bondade que se funde com o rancor, que não a supera
A minha verdade está estampada na minha cara, sempre coberta por um véu, por isso me ver é fácil, mas me entender nem sempre é simples
Portanto como diz a esfinge, “decifra-me ou devoro-te”
Sou para poucos, aqueles que enxergam tudo aonde pode não haver nada.
Sou a vilã do meu próprio drama
A mocinha, a fada e a bruxa
Eu sou a única capaz de sabotar meus sonhos
Sou o tudo no meio do nada, e o nada no meio do tudo
Sou quem impressiona por não fazer nada
Sou quem some em meio ao vazio e se destaca em meio a uma multidão
A minha verdade só eu entendo, e as minhas mentiras sempre soam verdadeiras pra quem escuta
Sou eu no meu mundo, no meu infinito, dentro de mim
Sou o meu vazio e a minha escuridão
Ao passo que sou a minha luz preenchida de amor e paz
Sou a alegria melancólica e drama risonho
Sou meu principio meu meio e meu fim
Sou escritora e protagonista de minha história, enquanto faço papel de coadjuvante nas histórias dos outros
Sou o olho azul da frieza com o coração da sensibilidade
A bondade que se funde com o rancor, que não a supera
A minha verdade está estampada na minha cara, sempre coberta por um véu, por isso me ver é fácil, mas me entender nem sempre é simples
Portanto como diz a esfinge, “decifra-me ou devoro-te”
Sou para poucos, aqueles que enxergam tudo aonde pode não haver nada.
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